Amanhã tenho tanta coisa pra fazer e, ainda assim, não consigo sair daqui... É que tem certos dias que a gente quer falar tanto, tanto e não tem nada pra falar... São aqueles dias em que a alma fala, mas a gente não entende nada. Tanto é que você não deve ter entendido muita coisa aqui. Mas são simplesmente aqueles dias em que a gente fica vagando pelos cantos, procurando qualquer coisa com sentido, como "Nossa, a vida passa rápido demais!". Já reparou como passa? Pois é... Estou eu aqui cada dia mais velha e cada dia com mais planos. Nem é justo. A gente devia fazer mil planos quando nascesse e aí teríamos a vida pra realizar, ao invés de ir vivendo e envelhecendo e inventando mil planos no meio do caminho: no momento em que você menos tem tempo. É ou não é? Aquela sua ideia mais legal, você não faz porque tem prova terça que vem e, pra completar, é aniversário de fulano e você precisa dar uma passada pra dar um Oi. A gente devia ter 40 horas no dia. Ou melhor: 45, porque a gente dorme um terço da vida e eu gosto de números inteiros. É claro que não ia dormir 15 horas seguidas (embora me pareça tentador), mas a gente reorganizaria todo o sistema tempo-atividades. É genial! Embora o número de planos, ideias e sonhos cresça em PG... Mas tudo bem, tudo bem... Porque o que importa mesmo é não parar de sonhar e inventar moda. Porque nem tudo que se sonha acontece e nem tudo que acontece é sonhado, mas viver só de realidade? Hmm... É pequeno demais pra mim.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Doce Novembro
Meu bem, eu só sei lembrar:
Do teu abraço gostoso,
Do teu jeito carinhoso
E daquele teu olhar;
Da tua pele e o cheiro teu,
Que grudou no meu nariz;
E do quanto eu fui feliz
Ao saber que eras meu;
E teu jeito sorrateiro
De se apossar do cobertor
Me chamando de "meu amor".
Do teu beijo primeiro,
Meu amor, eu me lembro.
Era mês de novembro...
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