sábado, 11 de junho de 2011

Dia dos Namorados

Acorda, pensa em alguém; começa o dia e abre a agenda. Primeira tarefa do dia "Pensar em alguém". E depois as outras tarefas, com pequenas pausas entre si... Só pra se distrair aqui e ali, pra pensar em alguém. Depois é horário de almoço. Pensar em alguém entre uma garfada e outra. "Olha, alguém adora essa comida". Olhar o relógio e correr, sem esquecer de dar uma passadinha no cantinho da memória e pensar: "Alguém podia estar aqui."
Que dor no peito pensar e nunca saber. Imaginar hipóteses, doer-se de saudades, lembrar-se das impossibilidades e das velhas dores. E começar pelo começo a se cansar infinitamente em busca de porquês. Porque a vida é assim. A vida é cheia de pessoas maravilhosas e cheia de pessoas que nos acharão pessoas maravilhosas. Eu ainda não descobri que diabos é o fator determinante de um verdadeiro amor. Eu mesma já tive grandes verdadeiros amores e um deles foi aos 10 anos, que eu sequer troquei palavras. Vai entender... Quem vai entender coisa mais confusa que um coração? Acho que nem uma equipe inteira de psicólogos consegue dizer tudo. O mais importante, porém, é amar. Amar e ser feliz, mesmo quando um amor se desfaz. Amar sempre com tudo que se tem. As pessoas são todas imperfeitas... Mas amar por si traz seu próprio benefício. Amor é presente. A gente não tem que esperar ganhar um. A gente simplesmente agradece e faz o que pode quando alguém nos dá. Você pode não dar um amor em retorno e nem precisa esperar ganhar pra dar o seu. E nem deve dar seu amor por educação, pra retribuir. Devia ser assim, fácil. Que a gente não ficasse ali esperando ganhar um amor do mesmo tamanho como a gente deu. É muito mais gostoso dar um presente só pra ver a expressão de felicidade no rosto daquela pessoa que a gente escolheu presentear, por simplesmente carinho. Ah, e é bom não esquecer! Você também pode se dar seu próprio presente. Namorar é só um detalhe.

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